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21
fev
2016

De volta com a minha seleção dos links mais interessantes com os quais eu esbarrei pela internet essa semana. Tem mais um capítulo da guerra do Desafio da Maternidade; pequenas felicidades da vida; o depoimento da Lu Ferreira sobre a volta à não rotina após o nascimento da sua Bia; um passeio pelo Woodbury Common Outlet com o Futilish; um vídeo sobre o tal do inglês intermediário, tão comum nos currículos brasileiros; Jout Jout falando sobre zonas de conforto; um checklist para dias ruins; o mito dos 30 países onde o real vale mais; o depoimento de uma mulher que largou a carreira dos sonhos pra seguir o coração; e acabou encontrando muito mais do que esperava.

1 - Ainda sobre o Desafio da Maternidade

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A Lia Bock fez um texto pra revista TPM falando sobre o tal Desafio da Maternidade e o linchamento virtual da mãe que quebrou a corrente das fotos felizes e deixou toda uma massa optante pela felicidade virtual enraivecida. Não sou mãe. Só que, do alto dos meus trinta e poucos anos, tenho certeza de que a maternidade é mais fácil e feliz pra umas pessoas do que pra outras. Eu diria (do alto da minha ignorância diante do assunto) que o fator determinante é uma mistura de bagagem emocional, a forma que os pais encaram o mundo e o bebê. E qualquer que seja o resultado, não é passível de julgamento. É aquela velha história que a gente aprende quando é pequeno, não pode julgar o problema do coleguinha. Só que aí, entram outras regras da vida paralela que a gente leva virtualmente. Primeiro, de poder detonar a pessoa com a proteção de ter o computador de intermediário. Segundo, de estragar essa ilusão que a gente ajuda a alimentar de só expôr momentos felizes. Eu acho que a atitude da Juliana Reis, que se recusou a aceitar o desafio, demonstrou a sua infelicidade com a maternidade e teve o depoimento banido pelo Facebook, pode ajudar muitas mães que têm sentimentos parecidos e não se sentirem sós nesse momento. Foi um depoimento pessoal e eu não consigo entender como uma pessoa pode se achar no direito de opinar sobre isso. Por menos críticas e mais compreensão com as diferenças.

2 - Pequenas felicidades da vida moderna

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Saindo da discussão hardcore acima, escolhi esse conteúdo bobinho, mas tão verdadeiro. Lendo essas pequenas felicidades, eu pude senti-las. Hahahahahahaha As minhas favoritas são as nº 1, 6, 12, 22, 29 e 32. E as suas?

3 - De volta à não rotina

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Vocês já devem ter notado que não tem um texto da Lu Ferreira, do Chata de Galocha, sobre maternidade que fique de fora da seleção dos melhores da semana. Eu realmente tô viciada. Sempre fui fã da Lu, mas acho que ela vem se superando ao escrever esses textos. Sinto verdade neles. Maternidade sem afetação, sem campanha pra mãe perfeita.

4 - Um passeio no Woodbury com o Futilish

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A Constanza Fernandes, do blog Futilish, estava em Nova York cobrindo a semana de moda pelo F.Hits e fez esse post, um passeio pelo Woodbury Common Outlet. Ele fica a pouco mais de uma hora de ônibus de Manhattan. O post da Cony já dá uma noção de como a situação está com a alta do dólar. Já fiz um post no blog comparando Woodbury x Jersey Gardens, que são os principais outlets da região e, na época, disse que achava que o primeiro só valia a pena se você estivesse com uma grana boa pra gastar, já que só o ônibus que te leva e traz de lá já custa USD 42,00. Atualmente, considerando que esses USD 42,00 convertidos significam R$ 175,98, tem que pensar bem pra não ter prejuízo. Se a grana que você tem disponível não dá pra investir em itens de marcas mais caras, eu recomendo que você fique em Manhattan e perca um bom tempo em uma das lojas da Century 21, loja que vendem peças em promoção de várias marcas famosas. Pensa que só de não gastar com o ônibus, já são mais USD 42,00 pras compras...

5 - O tal do inglês intermediário

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O Centro Cultural Brasil Estados Unidos resolver criar uma ação para mostrar na prática o que significa o tal do nível de inglês intermediário que muita gente coloca no currículo. Um recrutador liga para os candidatos e, quando eles atendem, começa um entrevista por telefone em inglês. O vídeo, além de ser engraçado, chama atenção pro fato de apenas 5% dos brasileiros terem um bom nível de inglês e praquelas mentirinhas que a galera gosta de contar nos currículos. Pra ver o vídeo completo, você tem que fornecer o seu e-mail e telefone, com a promessa de que você também será testado. Achei o vídeo, além de engraçado, uma forma sensacional de geração de leads.

6 - Jout Jout e as zonas de conforto

Sabe quando a carapuça serve na gente? Rolou comigo quando eu assisti a esse vídeo da Jout Jout. Assim que o blog foi lançado, em março do ano passado, ele tinha um subtítulo de "a minha vida fora da zona de conforto". Na época, eu havia saído de um emprego formal, CLT, e começado essa aventura aqui, fazendo meus próprios horários e sendo dona da minha rotina. Como uma boa pessoa inquieta, já mudei essa rotina trezentas vezes em um ano, com medo de acabar em outra zona de conforto. Aí, vem Jout Jout maravilhosa, concluindo que se a zona de conforto em que você está te faz feliz, fique nela. Amo cada vez mais essa menina.

7 - Checklist pra quando você estiver se sentindo pra baixo

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Aprender a parar para descobrir a razão dos nossos dias ruins é um exercício que pode mudar a sua vida. Um simples momento de mau-humor, que pode estar sendo causado por fome ou cansaço, pode te levar a brigas desnecessárias, decisões precipitadas. Uma das formas que eu encontrei além da meditação, foi racionalizar o processo. Esse link pra um post da Thais Godinho, do Vida Organizada, pode de ajudar a criar uma lista personalizada também. Manter anotadas as suas motivações de vida e as coisas pelas quais você precisa exercitar a gratidão podem te ajudar a amenizar ou até virar o jogo em dias ruins.

8 - A lenda dos 30 países onde o real vale mais do que a moeda local

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Essa semana um texto falando dos 30 destinos onde o real vale mais rodou a internet. Em tempos de desvalorização do real, um texto como esse é um prato cheio pra que os desavizados troquem os pés pelas mãos e acabem sendo surpreendidos por uma viagem teoricamente econômica, que se transforma num monstro. Uma das maiores paixões da minha vida é viajar e a minha política em relação a isso sempre foi deixar as promoções guiarem as minhas férias. Essa regra simples já me permitiu passar uma semana em Nova York na época em que eu ganhava R$ 1.200,00 por mês. A vontade de conhecer novos lugares ou de voltar em lugares que eu amo sempre foi maior do que a valorização do conforto e até das compras. Tenho em mente que com uma boa organização financeira, aquela viagem que você tanto sonha pode sim sair do papel. Mesmo em tempos de desvalorização da nossa moeda. Mas não se engane, eu não faço mágica. É preciso priorizar e abrir mão de várias coisas, caso você não tenha dinheiro sobrando. Planejamento e pesquisa também são essenciais. Por isso achei esse texto do Ricardo Freire, do Viaje na Viagem, tão interessante. Vale a leitura e a sugestão de questionar tudo o que você lê na internet.

9 - O depoimento de uma mulher que abandonou tudo pra seguir o coração...

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Adoro história de gente que segue o coração e se joga. Muda tudo, larga o emprego, vai pra outro país. Admiro e busco seguir esse exemplos, pra fugir da armadilha de só escolher as opções mais seguras e previsíveis. A história da Julia é isso. Ela abriu mão de um processo seletivo pra trabalhar na Chanel, de uma vida de glamour em Milão, pra arriscar uma vida nova em Durban, na África do Sul. O mais bacana desse depoimento, é ver o projeto abraçado pela Julia atualmente, no link abaixo. 

10 - ... E que hoje colabora com um projeto social incrível na África do Sul

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Tenho uma memória visual fora da média. Quando comecei a ler a história da nova colaboradora do blog da Jojo, o Um Ano Sem Zara, eu senti que eu já tinha ouvido falar daquela história, daquela mulher. Sabe aqueles depoimentos de leitoras que a revista Marie Claire publica todos os meses, que sempre me deram a sensação de serem meio fakes? Então, a Julia Franco foi a leitora a dar esse depoimento na edição de junho de 2015. Ao ler o post da Jojo, contando detalhes do projeto social em que ela dá consultoria, senti uma felicidade diferente. Foi como se, ao ler o depoimento dela, eu assistisse a uma comédia romântica com final feliz e, ao ler o post da Jojo, eu descobrisse o que acontece depois do felizes para sempre.

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